Vacina contra gripe será gratuita para gestantes e crianças até 2 anos!

25.04.11 / Filhos, Gravidez, Gravidez saudável, Saúde do bebê / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
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A partir desta segunda (25/4), 65 mil postos em todo o país disponibilizarão a vacina que protege contra três tipos do vírus, incluindo o H1N1

Para a Campanha Nacional de Vacinação de 2011 contra a influenza, que acontece entre 25 de abril e 13 de maio, o Ministério da Saúde abrangeu crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes e profissionais da área da saúde, além de idosos e da população indígena. A vacina a ser distribuída protege contra os três principais vírus da gripe que circulam no hemisfério sul, entre eles o da influenza A (H1N1). A meta do governo é imunizar 80% do público-alvo.

Só a região Sudeste deve receber em torno de 14,3 milhões de doses da vacina, que são suficientes para o grupo estimado em 13,1 milhões de pessoas. Em todo o país, espera-se imunizar cerca de 23,8 milhões de pessoas.

O motivo da ampliação da vacina contra gripe foi determinada pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, após pesquisas epidemiológicas sobre comportamento das infecções respiratórias. As complicações deste vírus – como pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes – acontecem com facilidade nesses grupos, que são mais vulneráveis. Por isso, a vacinação ainda é a melhor forma de conter uma nova epidemia.

Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, pois meia dose será aplicada em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose para que a segunda seja aplicada.

Quem será vacinado

Toda a população de 60 anos ou mais, toda a população indígena (acima de 6 meses de vida), crianças com idade entre 6 meses e 2 anos, gestantes e profissionais de saúde.

Contra-indicações

A restrição é para pessoas que têm alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.

FONTE: http://revistacrescer.globo.com/

MANUAL DE PRIMEIROS SOCORROS BEBÊS E CRIANÇAS, PARA PAIS DE PRIMEIRA VIAGEM

13.04.11 / Filhos, Saúde do bebê, Segurança do bebê e da criança / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
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Manual de Primeiros Socorros – Por Dra. Raquel Guerra (Manual do Bebê)

Febre

Se você achar que a criança está quentinha, meça sempre a temperatura com o termômetro antes de qualquer coisa (se você  a levar ao médico dizendo que ela teve febre sem saber de quantos graus foram, ele não vai acreditar)

Conceito básico: FEBRE é temperatura acima de 37,8 º C. Menos que isso é estado febril e é normal. Até dente nascendo pode dar febre.

Se a criança está com febre, antes de qualquer coisa dê algo para ela baixar: dipirona ou paracetamol (Tylenol), sendo 1 gota por peso.

Banho morno para frio também ajuda.

- Criança com febre com MENOS DE UM MÊS —- Pronto Socorro AGORA!

- Prostrada, molinha, sonolenta – PS agora!

- Com manchinhas vermelhas pelo corpo – PS agora!

- De 1 a 3 meses – É bom levar ao médico

- Maiores que 3 meses – observe durante 3 dias alguma mudança (cocô, manchas na pele, gengivas inchadas, dores) se não houver nada, leve ao médico.

Não estranhe se o médico disser que os exames não apontam problema algum e pedir para você voltar para a casa e observar a criança (isso é claro, se ela estiver mais ou menos bem) Um bebê pode ficar até 3 dias com febre antes da causa aparecer.

Resfriado e Pneumonia

Bebê com nariz entupido tem uma baita falta de ar, pois eles respiram basicamente pelo nariz. É só pingar com o conta-gotas, algumas gotinhas de Rinosoro, Sorine ou Soro Fisiológico, principalmente na hora de dormir que melhora horrores.

- Tosse seca, nariz escorrendo clarinho, febre baixa (até 38,5) é RESFRIADO, relaxa que passa sozinho.

- Tosse com catarro geralmente melhora com INALAÇÃO de 5 ml de soro fisiológico e também não precisa se alarmar, passa.

- Tosse com catarro amarelo ou verde, nariz escorrendo amarelo ou verde, febre alta e falta de ar (esta, principalmente) já podem ser sintomas de INFECÇÃO PULMONAR e vale a pena levar ao hospital.

- Chiado ou falta de ar (em qualquer grau) vale sempre ser visto por um médico (no consultório, mas se a criança estiver cansada demais, leve ao PS)

Vômitos

Depois que a criança mama é normal voltar sempre um pouquinho, Vale o clássico mantê-la em pé até arrotar.

Se após toda mamada voltar MUITO ou TUDO, leve ao médico

Diarréia

Conceito básico: cocô normal de criança pequenininha é mole, amarelo (até meio verde) e fedido mesmo.

Diarréia é caracterizada pelo cocô mole como ÁGUA.

- Se nas fezes aparecerem sangue ou muco, leve ao médico

- Criança com infecção intestinal (vulgo virose) não come muito bem, vomita, tem bastante diarréia e pode ficar meio caidinha, com  febre baixa.

O importante é não deixá-la desidratada: ofereça líquidos (soro caseiro, água, suco, chá, leite – vale o que ela aceitar. Se for bebê menor de 6 meses, ofereça só o peito) à vontade, em pequenas quantidades (se der muito de uma vez, é capaz de ela vomitar), o tempo todo, principamente após a evacuação.

 - Sinais clássicos de desidratação: choro sem lágrimas, olho fundo, saliva grossa, boca seca (puxa a chupeta e não faz fio), ficar sem fazer xixi por mais de 4 horas.

- Se aparecer algum desses sintomas e a criança estiver vomitando muito ou aceitando pouco ou nada de àgua, vá ao PS. Senão, tenha paciência que em menos de 1 semana a virose passa sozinha.

Se a criança vomitar 1 ou 2 vezes e estiver aceitando mal a comida ou àgua é porque ela está enjoada mesmo. Vale dar Dramin gotas (uma gota por kg do bebê) de 6/6 hs, máximo de 75 gotas por dia) para melhorar.

Mas não insista se não melhorar nada depois de um dia com Dramin, nem dê se ela não estiver vomitando, senão ela vai dormir o dia inteiro.

Cólicas

Bebê chorando e se contorcendo provavelmente é cólica.

Massagem na barriga (sentido horário) e bolsa de água quente (cuidado para não queimar!) ajudam.

- Também pode dar chá de erva doce (a não ser que esteja só no peito) ou dimeticona – Luftal -, 2 a 6 gotas, 3 vezes ao dia.

- Deitar o bebê de barriga para cima e empurrar suas perninhas (joelhos dobrados) em direção à barriga também ajuda a expelir gases e pode melhorar.

- Se nada melhorar, tenha paciência. Criança tem cólica mesmo, acredite, vai passar.

Engasgamento

Se a criança engasgar, deite-a de bruços (sobre sua perna ou braços) e dê pancadinhas no meio de suas costas. Se ele engasga sempre, leve eo médico.

Pele

Tire sempre toda a pomada e reaplique novamente a cada troca de fraldas. A pomada genérica do Hiplogós é a que contém óxido de zinco e é mais barata.

- Se aparecer uma assadura diferente, com bolinhas vermelhas, pode ser infecção por fungos: coisa boba, é só levar ao pediatra e passar a pomada certa (nesse caso, nistatina)

 - Uma picada de mosquito pode dar alergia e espalhar várias bolinhas vermelhas pelo corpo (como várias picadas). Coça para caramba, então não esqueça de cortar as unhas do bebê. Se mesmo assim ele insistir e chegar a se machucar, ponha luvas.

 - Se estiver se coçando muito a ponto da criança chegar a chorar, você pode tentar xarope de loratadina (para bebês cima de 6 meses) 5 ml 1 vez ao dia, mas atenção, dá um pouco de sono.

- Bolhinhas de água no rosto e no corpo do bebê são por causa do calor, é normal e passa sozinho. Tente usar sabonete neutro, sempre.

- Infecção de pele parece picada mas aumenta rápidamente. Se tiver pus e dar febre: leve ao médico.

-Qualquer outro sinal: manchas, ardências etc, fora do comum: leve ao dermatologista.

 

Outras Dicas – Higiene

- Limpe o umbigo com álcool e cotonete até ele cair. Mas limpe bem, inclusive por dentro (entre o umbigo e a pele), Não tenha aflição, não dói nada pois a pele está morta.

- Para limpar o ouvido você pode usar cotonete na orelha e por fora do canal, mas NUNCA enfie o cotonete no ouvido da criança (isso vale para pais também) cotonete só serve para empurrar a cera para dentro.

Alimentação

O leite pode demorar até 3 dias para descer, depois que o bebê nasce. O melhor estímulo é colocar o neném para mamar: quanto mais ele sugar, mais leite descerá.

Tente deixar o aleitamento materno exclusivo o máximo possível, o mínimo é até os 6 meses.

Nesse período não dê mais nada, nem água nem chá. E bebês mamam muito mesmo  (normal de 2 em 2 horas) mas só porque o leite é de fácil digestão: não existe leite materno fraco. O bebê só dorme bastante depois de leite de vaca ou artificial simplesmente porque está estufado, como um adulto após uma feijoada, mas não quer dizer que esteja satisfeito.

Se o bico de seu seio rachar, evite lavar o peito com sabonete, exponha-o ao sol e pode molhá-lo com um pouquinho de leite após a amamentação (ajuda a cicatrizar). Dói, mas pode amamentar.

- Se seu seio ficar muito cheio pode  infeccionar (mastite) ou empedrar  e dói MUITO.  Portanto, se mantiver muito cheio, tire o leite. Você pode guardá-lo ou doar para um banco de leite. É possível continuar amamentando com mastite, mas procure seu obstetra.

Não é aconselhável que o bebê coma clara de ovos nem peixe (e frutos do mar) antes dos 10 meses.

Ataque à escola: como conversar com as crianças?

07.04.11 / Filhos, Segurança do bebê e da criança / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
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Como lidar com o medo e a curiosidade do seu filho em relação à tragédia que aconteceu no dia 7 de abril em uma escola no Rio de Janeiro?

A notícia sobre o ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, que aconteceu no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (7), logo ganhou destaque em todos os meios de comunicação. E, como todo mundo, seu filho deve ter visto essas imagens e ficado bem assustado. Afinal, como deve ser essa conversa em casa? E se ele ficar com medo de ir à escola? Quanto as crianças podem ficar expostas a esse tipo de violência?

A primeira atitude é esperar pela dúvida do seu filho em vez de adiantar o assunto. Quando a pergunta surgir, mantenha a calma antes de começar a conversa. O melhor é, de fato, falar a verdade e não inventar uma história. “Responda só o que a criança perguntou, e da maneira mais natural e segura possível. Não precisa se aprofundar no assunto nem dar muitos detalhes”, diz Daniela Paes Peres, psicóloga e terapeuta de família.

Outra atitude é deixar claro que esse tipo de acontecimento é uma exceção. “Diga ao seu filho que esses episódios são raros, principalmente aqui no Brasil e que há mais pessoas boas do que ruins no mundo”, explica a especialista. Por isso, quando esse tipo de tragédia acontece, logo se torna destaque nos noticiários e chama tanto a atenção das pessoas.

Explique que os adultos vão cuidar da situação. “A criança pode se envolver com o assunto, principalmente por ter acontecido em uma escola, que é um ambiente familiar para ela”, diz Daniela. Então, o melhor é dizer que isso é uma exceção e que a polícia vai resolver.
Não se preocupe com o fato de o filho ter se interessado pelo assunto. “A curiosidade por violência na infância é natural. Pense em como elas se interessam por um tanque de guerra ou uma arma de brinquedo”, afirma. Talvez isso vire motivo de brincadeira e se acontecer, tudo bem. Brincar é o jeito de lidar com esse tipo de questão na infância.

De qualquer maneira, não incentive esse assunto na sua casa. Às vezes é o caso, sim, de evitar a televisão nesse período – e tente não conversar muito sobre o tema com outros adultos na frente do seu filho. A preocupação em exagero com a violência pode gerar estresse e ansiedade nas crianças.

Se o seu filho está com muito medo de ir para a escola, novamente, reafirme que esse tipo de situação é raro e que aquele homem não estava no seu estado normal. Para acalmá-lo, leve-o, você mesmo, para a escola e, se possível, entre com ele até a sala. Seja pontual na hora de buscá-lo e proponha uma brincadeira diferente à noite. Você pode pedir ajuda para preparar o jantar ou assistir a um filme divertido ou até mesmo propor um lanche na sala. Tudo para distrai-lo. O importante é sair da rotina e evitar voltar ao assunto da tragédia.

Caso ele esteja muito assustado e inseguro com o acontecimento, talvez seja o caso de faltar à escola. Fique com ele em casa ou leve-o junto com você para o trabalho, se for possível. A sua companhia é fundamental para que volte a ter segurança.

FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI224324-15546,00-VIOLENCIA+NO+RIO+DE+JANEIRO+COMO+CONVERSAR+COM+AS+CRIANCAS+SOBRE+O+ASSUNTO.html