25.03.11 / Cuidados com a roupinha do bebê, Filhos, Saúde do bebê / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: água e sabão, ambientes fechados, bebês, colírio, conjuntivite, criança, época, lacrimejamento, saúde do bebê, tratamento e prevenção, vírus
O Ministério da Saúde descarta surtos, mas é importante ficar atenta a alguns sintomas no seu filho. Confira também como é o tratamento e prevenção.

Você, provavelmente, já deve ter escutado sobre a ocorrência de um surto de conjuntivite nos últimos tempos. Fique trânquila. De acordo com o Ministério da Saúde, essa epidemia não foi registrada em nenhum Estado. Dados da Secretaria de Estado da Saúde de SP mostram que, até o dia 15 de março, 18,4 mil casos da doença foram notificados no Estado de São Paulo. Em 2010, nos três primeiros meses, esse número ficou em torno de 32,6 mil casos.
Apesar da boa notícia, segundo Pérola Grupenmacher, oftalmologista pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe (PR), esta época de mudança de estação, em que o frio já mostra a cara em algumas cidades, é propícia para o surgimento de casos da doença. Isso acontece porque as crianças e adultos passam mais tempo em ambientes fechados, facilitando a transmissão do vírus.
Se surgir algum sintoma no seu filho, como olho vermelho e lacrimejamento, sensação de areia, pálpebras inchadas, sensibilidade à luz e secreção, é hora de procurar o médico. Normalmente, a conjuntivite viral leva 20 dias para sarar e é bem possível que afete o outro olho. O tratamento consiste no alívio de sintomas, com compressas geladas para reduzir o inchaço e colírios lubrificantes.
Em casa, é preciso separar alguns objetos da criança, como toalha e travesseiro, e evitar muitos beijos e abraços (é só por um tempo!). A criança não deve frequentar a escola, para evitar passar a doença para os colegas.
Vale lembrar que existe também a conjuntivite bacteriana, que não é tão frequente nesta época, mas apresenta sintomas similares, com secreção amarelada mais evidente. A diferença é que a cura é mais rápida, por volta de 10 dias. Como é uma bactéria, o médico pode indicar um colírio de antibiótico. É também só o especialista quem vai poder dar o diagnóstico sobre o tipo da doença. Nunca automedique o seu filho. Abaixo, confira mais dicas para evitar a conjuntivite:
- Lave as mãos e o rosto com frequência, com água e sabão, também após pingar o colírio no seu filho ou em você;
- Evite coçar os olhos;
- Lençóis, travesseiros e toalhas devem ser de uso individual;
- Evite o uso de objetos (maquiagem, copo, toalha) de quem está com a doença.
FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI219383-15327,00-CASOS+DE+CONJUNTIVITE+AUMENTAM+NESTA+EPOCA+DO+ANO.html
25.02.11 / Cuidados com a roupinha do bebê, Enxoval, Listas, Roupinhas de bebê / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: bebê, Enxoval, filho, gestante, gravida, guia, Moda bebê, roupa, roupa bebê, Roupinhas de bebê

Sabão neutro, água na temperatura correta, ferro mais frio ou mais quente. De preferência, não use a máquina, que pode danificar bordados, rendas, enfeites aplicados, fitinhas, etc. Atenção, também, aos produtos: nada que cause alergias ou irritações na pele delicada do seu neném Algumas peças já trazem na etiqueta a orientação para você não errar na lavagem, secagem e no modo como passá-las. De acordo com o tecido, os métodos e cuidados são diferentes. Veja, aqui.
Poliéster, poliamida, acrílico, elastano
Constituídos de fibras sintéticas (não naturais) são mais resistentes, porém não suportam altas temperaturas na lavagem e ao passar. Coloque o ferro sobre o lado do avesso da roupa, evitando os modelos a vapor, já que estes tecidos podem acumular eletricidade estática. Seque à sombra.
Malhas com elastano
Um tempo de molho em uma solução de água com uma colher de bicarbonato, no último enxágüe, evita o amarelado nas malhas brancas com elastano (Lycra).
Se forem coloridas, não coloque de molho; podem manchar. Lave-as separadamente.
Viscose, acetato, modal, liocel
Chamadas de fibras regeneradas, são menos resistentes que as sintéticas e não devem ser centrifugadas ou torcidas. Passe pelo lado do avesso e com ferro brando (temperatura mínima). Também podem acumular eletricidade estática. Seque à sombra.
Algodão
Feito de fibras naturais, o tecido de algodão é, em geral, resistente, de fácil lavagem e manutenção. Suporta temperaturas mais elevadas e pode ser passado pelo lado direito. O algodão absorve a umidade e, por isso, é tão utilizado nas peças que ficam em contato direto com a pele (como calcinhas e sutiãs, por exemplo).
A primeira lavagem de uma roupa de algodão deve ser feita, separadamente, e sem excesso de sabão em pó ou amaciante. Assim, você preserva a proteção natural do tecido e evita que fique com um aspecto de envelhecido.
Para clarear roupas de algodão, não use alvejantes à base de cloro.
Lavagem: à mão ou à máquina
Lave sempre em água fria. As altas temperaturas são sempre prejudiciais aos tecidos.
Espere que o sabão (em pó ou líquido) dissolva completamente antes de pôr a roupa na máquina, para não manchar. Estique cada peça; nada de jogar tudo lá dentro dobrado ou embolado. As mais delicadas devem ser colocadas dentro de uma fronha, fechada com fio plástico.
Não misture roupas brancas com outras coloridas. Estas, principalmente na primeira lavagem, podem soltar tinta. Tente um truque: acrescente duas ou três colheres (chá) de sal à água na lavagem e no enxágüe.
Deixar de molho ajuda na remoção de sujeiras mais acentuadas e de manchas. O tempo ideal é de uma hora, mas pode permanecer mais de acordo com a situação. Mas, atenção: isso vale somente para as peças brancas.
Não esfregue as roupinhas no tanque, que danifica suas fibras. E não torça, depois; basta pressionar cada uma delas, suavemente. Importante é um bom enxágüe.
Secas e cheirosas
Peças coloridas não devem secar ao sol, para não desbotar mais rapidamente. Deixe-as à sombra, em local arejado.
Tecidos como malha ou lã encolhem sob o secador elétrico. Coloque-os sobre uma superfície horizontal, em cima de uma toalha, para não deformar. As de malha podem secar no próprio cabide e, em alguns casos, você nem precisará passar.
Muito bem-passadas
Separe as roupas em blocos, seguindo as instruções da etiqueta, e umedeça-as, ligeiramente. Aqueça o ferro e, com um pano úmido, elimine os resíduos que estejam na sua superfície. Só, então, comece a passar, ajustando o aparelho na temperatura mais baixa.
Cuidado com bordados, desenhos aplicados e outros enfeites: antes de passar, proteja-os com um pano.
Tecidos sintéticos acumulam eletricidade estática. Corte seu efeito, umedecendo-as com uma mistura de água e gotas de vinagre ou condicionador capilar.
Guardar & Conservar
Organize o armário dele, para facilitar na hora de vesti-lo. Você pode arrumar as roupinhas soltas ou embaladas, para que não acumulem poeira. Use sacos de tule, de outro material furadinho, ou fure um saco plástico comum. As embalagens totalmente fechadas deixam as peças emboloradas e sujeitas a manchas.
Toques macios
Prefira os alvejantes à água sanitária. Ela desgasta as fibras da roupa.
Não insista em remover manchas rebeldes. Melhor levar a roupa a uma tinturaria.
Peças com forro ou entretelas devem ser lavadas a seco.
Para testar a firmeza das cores, umedeça uma pequena área da roupa, de preferência na bainha, e coloque um tecido branco sobre ela. Passe com ferro. Se manchar o tecido branco é melhor lavá-la a seco ou separadamente, em água fria. E secar à sombra.
Uma das causas da formação de bolinhas é o atrito entre tecidos mistos como algodão/poliéster e algodão/viscose com algodão 100%. Evite lavá-los juntos.
Muito cuidado com estampas emborrachadas ou de material plástico. Costumam ficar com aparência envelhecida em poucas lavagens. Na hora de passar, vire a roupa pelo avesso.
Ao escolher o amaciante, procure um específico para bebês, evitando irritações na pele ou possíveis reações alérgicas de seu filho. Por isso, também, enxágüe bastante as roupas e não use sachês nos armários.
Meias & Tênis
Meias brancas tendem a encardir. Para voltarem ao tom natural, ferva-as na água com pedaços de limão e, depois, lave normalmente.
Na lavagem do tênis, use sabão neutro e escova macia. Tire os cadarços, molhe o calçado na água fria, sem mergulhá-lo no balde ou no tanque. Escove-o em água corrente e, se preferir, coloque-o para centrifugar na máquina de lavar.
Nos tênis de camurça, passe um pincel com glicerina líquida. Deixe secar à sombra.
Chega de manchas
Banana – se for recente, esfregue com querosene. Ou cubra com uma mistura grossa de água e bicarbonato e exponha o tecido ao sol, sempre com o cuidado de não deixar secar esta mistura.
Chocolate – lave, insistentemente, com água quente e sabão. Se não resolver, tente água oxigenada. Ou polvilhe a roupa com bórax em pó, umedeça com água fria e deixe por 15 minutos. Depois, esfregue levemente e lave.
Doces e caldas – é só molhar com água quente.
Lama – primeiro água fria, depois, água avinagrada. Se o tecido for escuro, espere a lama secar e retire-a com uma escova áspera. Sobrou algum vestígio? Esfregue com batata crua, cortada ao meio, até sumir tudo.
Sangue – não use água quente e nem deixe a mancha secar. Lave com água fria e sabão. Ou água oxigenada de 20 volumes, enxaguando, depois, com água pura. Também pode esfregar uma pedrinha de gelo até a mancha desaparecer por completo.
Xixi – dilua amônia no álcool e pingue algumas gotas sobre a mancha. Depois, lave com água. Se a sujeira for antiga, use uma mistura de água com ácido oxálico.
Por Regina Protasio
Consultoria: Flavia Fernandez, engenheira têxtil da Marisol