Será que é normal meu filho…

31.01.11 / Alimentação, Amamentação ou Aleitamento, Saúde do bebê / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
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Sonecas, regurgitação, cólicas. Confira as principais dúvidas dos pais de primeira viagem sobre o desenvolvimento do recém-nascido e o que fazer em cada situação

Levar o bebê para casa pela primeira vez é um momento especial para os pais. Em meio às visitas e aos presentes, as mudanças na rotina trazidas pelo recém-nascido e o desejo de não errar podem gerar ansiedade. O melhor a fazer é respirar fundo e lembrar que em pouco tempo vocês conhecerão bem o bebê. Para ajudá-los a relaxar, pedimos a especialistas que respondessem as perguntas mais frequentes nos consultórios dos pediatras.

É normal meu filho de apenas três meses não tirar sonecas longas durante o dia?
O sono do bebê é muito variável. Logo que nasce, ele dorme muito, acordando praticamente só para mamar. As crianças passam a ficar mais tempo acordadas a partir do segundo mês de vida. Com três meses, o padrão médio é dormir cerca de duas horas pela manhã, duas horas à tarde e mais duas horas no fim do dia, antes do sono da noite. No total, o bebê nessa idade dorme cerca de 12 horas por dia. Mas é importante lembrar que cada organismo é único e o acompanhamento mensal com o pediatra é fundamental. Como as crianças passam a enxergar melhor após o segundo mês, sendo capazes de identificar objetos, pessoas, cores e movimentos, é normal que o estímulo as mantenham acordadas.

É normal meu bebê dormir com os olhos abertos?
Por não terem controle total dos nervos e músculos nos primeiros meses de vida, algumas crianças deixam as pálpebras semi-abertas, com uma pequena faixa dos olhos aparecendo. Isso não é motivo de preocupação e deve desaparecer até o primeiro aniversário. No entanto, manter os olhos fechados durante o sono garante a lubrificação ocular. Por isso, se o seu filho tem mais de um ano e deixa as pálpebras abertas enquanto dorme, vale a pena conversar com o médico.

É normal meu bebê regurgitar após todas as mamadas?
Em praticamente 100% dos casos, a regurgitação é fisiológica e não precisa de medicamentos. Ela deve passar no primeiro ano de vida da criança, quando uma válvula localizada no final do esôfago amadurece e torna-se mais firme e capaz de manter o alimento no estômago. Existe muito medo da regurgitação patológica (ou seja, refluxo), que atinge apenas 1% das crianças. O pediatra é capaz de identificar o refluxo patológico com base no ganho de peso, no crescimento e nos padrões de sono e de respiração do bebê. 

É normal meu filho se comportar melhor com outras pessoas do que ele se comporta comigo?
A partir dos três meses, a criança já reconhece a mãe e diferencia seu principal cuidador das outras pessoas. Geralmente, as mães são as que mais cedem às vontades dos filhos e o bebê percebe isso desde cedo. Para evitar situações desagradáveis, é importante impor alguns limites e não ceder perante as manhas. Além disso, seu filho pode se distrair com as visitas e chorar menos.

É normal meu recém-nascido ter cólicas todos os dias?
As cólicas estão entre as maiores queixas das mães nos consultórios pediátricos. As temidas dores começam entre o 20º e o 30º dia de vida e não têm relação com a alimentação da mulher. A orientação para quem amamenta é de não consumir alimentos muito gordurosos, pois a gordura passa no leite e dificulta a digestão do recém-nascido. A origem da cólica está ligada à formação da flora intestinal do bebê e algumas práticas amenizam o desconforto: massagens nas perninhas e na barriga, colocar o bebê de bruços nos braços ou no peito dos pais e banhos mornos. O importante é ter paciência e não medicar a criança sem necessidade. A amamentação exclusiva nos seis primeiros meses e a pega correta do bico do peito evitam as cólicas.

É normal meu filho dormir de bruços?
A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomendam que os pais coloquem os bebês para dormir de bruços, pois essa posição aumenta o risco de síndrome da morta súbita do recém-nascido. A melhor posição para as crianças pequenas dormirem é de barriga para cima, com a cabeceira do berço erguida de 30 a 45 graus – você pode colocar um travesseiro embaixo do colchão. Caso a posição de bruços melhore as cólicas do seu filho, deixe que ele deite assim somente por períodos curtos durante o dia e sempre sob supervisão.

Fontes: Eliane Alfani, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, e Hamilton Robledo, pediatra do Hospital e Maternidade São Camilo

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI203375-15056,00-SERA+QUE+E+NORMAL+MEU+FILHO.html

Será que é normal na gravidez…

28.01.11 / Alimentação, Exercícios, Gravidez, Gravidez saudável, Parto / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
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É só a mulher engravidar que os receios aparecem: ganho de peso, dores, movimentos do bebê. Veja o que é comum na gestação e o que é realmente motivo de preocupação

Se você está grávida, é bem provável que junto com sua barriga cresçam também as dúvidas sobre a gestação e o desenvolvimento do bebê. As mudanças no seu corpo e a expectativa da chegada do novo membro da família podem tirar o seu sono. Mas a maioria dos desconfortos sentidos pela mulher durante a gestação e no pós-parto não é sinal de problemas de saúde para a mãe e filho. Veja as respostas dos médicos para algumas dúvidas comuns nos consultórios e curta bastante os nove meses.

É normal ter cólicas no começo da gravidez?
As cólicas por si só não são um problema. A gestante deve ficar atenta se o incômodo vier acompanhado de sangramento vaginal, presença de sangue na urina ou dificuldade para urinar. Dores persistentes também merecem uma consulta médica. Mas o problema nem sempre tem relação com o bebê: as cólicas podem ser decorrentes de outros órgãos, como um cálculo de bexiga, por exemplo.
Já a partir da 28a semana de gestação, é comum a grávida começar a sentir as contrações de Braxton-Hicks. São contrações indolores, que podem ser confundidas com cólicas, mas não são indicativas de trabalho de parto pré-maturo. Elas funcionam como um treinamento do útero para o trabalho de parto e são esporádicas, sem ritmo definido.

É normal sentir indigestão, e não enjoos, durante a gestação?
Apesar de a causa dos enjoos ainda ser motivo de especulação entre os médicos, eles são bastante freqüentes até o terceiro mês da gravidez. Em casos mais raros, as náuseas impossibilitam a alimentação e a ingestão de líquidos, levando à perda de peso da gestante, que pode até ser internada.
Também é comum a mulher sofrer com indigestão após a 20a semana de gestação. A explicação para o problema é simples: o útero expandido aperta o estômago, que fica com pouco espaço para receber alimentos. Para melhorar o incômodo, é melhor fazer várias pequenas refeições ao longo do dia e não se deitar logo após o jantar. Evitar café, chocolate e comidas gordurosas também alivia a indigestão.

É normal perder peso na gestação?
A perda de peso na gravidez não deve ser considerada normal, embora aconteça com alguma frequência nos três primeiros meses. Nesse período, a mulher pode ter náuseas e menos apetite. No entanto, o peso perdido deve ser recuperado após o primeiro trimestre e, caso essa perda exceda 800 gramas por mês, pode ser necessária a internação da gestante para que receba alimentação intravenosa. Após o primeiro trimestre, perder peso passa a ser mais preocupante. Se você está com dificuldade para ganhar os quilos recomendados por seu médico, é aconselhável fazer acompanhamento com um nutricionista também.

É normal sentir ondas de calor na gravidez?
Mesmo as mulheres mais friorentas podem abandonar os casacos durante a gestação. As ondas de calor são uma resposta fisiológica do organismo: a gestante apresenta um estado hormonal similar ao da menopausa, quando há menor produção de estrogênio. Portanto, vista roupas leves, tome bastante líquido e não se preocupe.

É normal ter diarreia nas últimas semanas de gravidez?
Apesar de não ser muito frequente, existe a possibilidade e você ter episódios de diarreia no final da gestação. Algumas substâncias que começam a ser produzidas pelo seu organismo conforme o parto se aproxima – como a ocitocina – são as responsáveis por esse desarranjo. Além disso, a ansiedade também pode causar as dores de barriga.

É normal ficar um dia inteiro sem sentir o bebê mexer na barriga?
Em geral, as gestantes sentem o bebê se mexer pela primeira vez por volta da 18a semana. É claro que isso não é uma regra e você pode sentir o seu filho antes ou depois disso. Sem problemas! Mas os especialistas lembram que, uma vez estabelecido um padrão de movimentação, o habitual é que você perceba o seu bebê diversas vezes ao longo do dia. Não existe consenso entre os médicos sobre quantas vezes o feto deve se movimentar, mas caso você não sinta nada num período de três horas, vale a pena falar com seu médico – especialmente nas gestações de alto risco, como mães diabéticas ou hipertensas.

É normal, no pós-parto, sentir tonturas ao amamentar?
As tonturas podem ocorrer devido a baixas taxas de glicemia no sangue. Para evitá-las, a mulher deve manter uma alimentação regular, comendo a cada três horas e tomando bastante líquido (principalmente água e sucos). Além disso, descansar enquanto o bebê estiver dormindo também é fundamental para a amamentação. Caso não tenha nenhum problema de saúde, como diabetes ou pressão alta, você também pode tomar um copo de água com açúcar se sentir tonturas ao amamentar. Mas atenção: se o problema persistir, o melhor a fazer é consultar o médico.

É normal ter mastite após o desmame?
A mastite é uma inflamação das glândulas mamárias e pode acontecer pelo acúmulo do leite nas mamas. Se o desmame ocorre de maneira natural e paulatina, conforme o bebê começa a consumir outros alimentos e a mãe passa a produzir menos leite, a mastite é muito rara. O problema é mais comum quando a mulher volta ao trabalho após os quarto meses de licença-maternidade e a amamentação é interrompida de forma abrupta. Nesses casos, compressas frias e massagens nos seios para esvaziá-los podem ajudar. Se o problema persistir, é preciso procurar orientação médica.

Fontes: Eliane Alfani, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Marcos Eiji Shiroma, ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz, e Antônio Sales Barbosa, ginecologista do Hospital Santa Catarina

EM BREVE TAMBÉM: “Será que é normal meu filho…”

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI204290-10484,00-SERA+QUE+E+NORMAL+NA+GRAVIDEZ.html

Gestação de peso

21.01.11 / Alimentação, Amamentação ou Aleitamento, Exercícios, Filhos, Gravidez, Gravidez saudável, Saúde do bebê / Autor: Equipe Bebê Ternura / Comentários: (0)
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Antes de devorar aquela banana split, pese as consequências. Comer descontroladamente faz mal a você e a seu filho. E não é apenas durante os nove meses, não. Se você fica mais e mais redonda, estabelece-se um círculo pra lá de vicioso: mãe pesada gera filhos mais pesados e com mais tendência a obesidade no futuro, além de maior risco de desenvolver problemas potencialmente graves, como diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.  Para piorar, o peso da genética parece ser maior que o dos chamados “fatores ambientais”, como a grande oferta de junk food e a falta de exercícios físicos. Ou seja: compensa segurar a onda agora.

Cancelou a batata frita? Fez bem. Pequenas mudanças no metabolismo do feto podem significar grandes mudanças no organismo dele quando adulto. De acordo com um estudo desenvolvido pelo médico David S. Ludwig, do Hospital Infantil de Boston, existe uma ligação direta entre o ganho de peso da mãe e o peso dos bebês.  Segundo os cálculos do doutor, mães que ganham mais de 25 kg durante a gestação tiveram o dobro de chances de dar à luz bebês com mais de 4 kg, dificultando o parto e mais propensos a doenças futuras. Para cada quilo ganho pela mãe, o feto acumulou cerca de 7,35 gramas a mais. Quase nada para um adulto, muita coisa para alguém tão pequeno.

Nos Estados Unidos, mais de um terço das mulheres com peso dentro do normal engordam mais do que o recomendado durante a gravidez. Nas mulheres acima do peso, a incidência subiu para 50%.

Em 2009, menos de 40% das grávidas mantiveram o ganho de peso dentro do recomendável nos EUA. Por aqui, a coisa não é tão diferente. Segundo a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2006, 43% das mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 49 anos) estavam acima do peso, sendo que 16% delas eram consideradas obesas. Entre as gestantes adultas no Brasil, 25% estão com sobrepeso e 5,5% são obesas. “Tem mulher que fica grávida e acha que pode comer de tudo. Não é assim: agora ela tem de se preocupar com a qualidade da alimentação, porque não é mais só o corpo dela”, explica a endocrinologista do Centro de Recuperação e Estudo da Obesidade (CREEO), Letícia Schwerz Weinert, filha de Maria Glória e Gastão.

Claro que não dá para fazer dietas malucas durante a gravidez. A questão não é reduzir a ingestão de alimentos, mas selecionar o que põe no prato. “O momento é de controle, não de restrição”, diz Dolores Moreno, mãe de Gael e nutricionista do CREEO. Na dúvida, procure um nutricionista. Melhor pecar pelo excesso do que pela falta de zelo.

Antes
O ideal mesmo é começar o regime bem antes da gravidez. Assim, quando receber o resultado positivo, você já estará acostumada com hábitos alimentares mais saudáveis e terá eliminado boa parte dos alimentos mais “problemáticos”, como os carboidratos de alto índice glicêmico. A gente explica. O tal do índice glicêmico é um indicador da velocidade de transformação do carboidrato em glicose: quanto maior o índice mais rápido ele se transforma em glicose e entra na corrente sanguínea.

Doces, farinhas brancas, arroz branco e batata são alguns exemplos de alimentos que têm alto valor glicêmico, aumentando o risco de a gestante desenvolver diabetes gestacional, por exemplo.
As obesas, além de terem mais riscos gestacionais, têm ainda mais dificuldade para conceber. A maior parte delas apresenta ovários policísticos, que podem acarretar o aumento do hormônio masculino, a testosterona, e maior dificuldade de ovular. E essa conta é fácil de entender: quem ovula menos tem menos chance de engravidar. Além disso, as obesas têm altos níveis de insulina, que criam um ambiente desfavorável nos ovários e prejudicam a ovulação. O endocrinologista Amélio Godoy Matos, pai de Bernardo e Fernanda, aponta a relação entre o sobrepeso e a dificuldade para engravidar na prática: “Tão logo elas começam a perder peso, já engravidam.”

Para mulheres que fizeram operação de redução do estômago, o ideal é esperar no mínimo um ano para engravidar, período em que o peso se estabiliza. Uma vez grávida, essa mulher precisa complementar a dieta com suplementos vitamínicos, porque a absorção de nutrientes geralmente fica comprometida. O melhor é consultar o médico e fazer um exame de sangue para ver qual nutriente está faltando. Grande parte dos casos é de deficiência de ferro, que pode ser amenizada com suplementos já recomendados para todas as grávidas. Outras deficiências que podem ocorrer são de cálcio e vitaminas B12 e B3, que podem ser “consertadas” com um suplemento vitamínico receitado pelo médico ou mesmo com mudanças na dieta.

Durante
No primeiro trimestre da gravidez a mulher não deveria engordar quase nada. Às vezes, ela até perde um pouco de peso por conta dos enjoos, característicos do início da gestação. Um estudo feito pela Kaiser Permanente, uma organização de gestão da saúde da Califórnia, indica que mulheres que engordaram cerca de 3,5 kg ou mais nesta fase tiveram 80% mais risco de desenvolver diabetes gestacional.

Mulheres muito acima do peso têm mais chance de abortos espontâneos, porque seu mecanismo hormonal em geral não é bem regulado, especialmente no primeiro trimestre de gestação, período mais preocupante para grávidas de todos os pesos.

O segundo trimestre também é perigoso, já que a mulher não sente mais náuseas e aproveita para tirar o atraso no garfo. Um dado curioso: por volta da 28ª semana, começo do terceiro trimestre, o feto pesa um quilo. A grávida deve consumir cerca de 300 calorias a mais por dia a partir desse período. “O resto que a mulher engordou neste ponto, além da placenta e do útero, é dela, não tem nada a ver com o bebê; é preciso tomar cuidado com isso”, alerta Mary Nakamura, mãe de Paulo e professora de Obstetrícia da Unifesp.

Depois
Estima-se que tenhamos cerca de 225 mil grávidas com diabetes a cada ano e que ao menos 67 mil delas precisem de insulina para seu controle. A diabetes gestacional é uma intolerância do organismo aos carboidratos que, em geral, passa após o parto.

O risco de apresentar a doença é de 2,3% no grupo de gestante com IMC normal, 6,3% nas gestantes com obesidade e 9,5% nas com obesidade mórbida. Mas quem desenvolve o problema tem de 60% a 80% de chance de se tornar definitivamente diabética no futuro se continuar acima do peso. Caso a doença não seja controlada, o feto pode até morrer. Por isso, mais atenção e menos calorias.

Como calcular o IMC (Índice de Massa Corpórea)
A fórmula para calcular o IMC é dividir o peso pelo quadrado da altura: IMC=peso (em kg) / altura (m²)

Quanto você pode engordar
*IMC abaixo de 18,5 (abaixo do peso):
de 12,5 kg a 18 kg

*IMC entre 18,5 e 25 (peso normal):
entre 11,5 kg e 16 kg

*Sobrepeso (acima de 25): de 7 kg a 11 kg

*Obesas (acima de 30): 7 kg ou menos

*Obesidade mórbida (acima de 40): as opiniões são conflitantes – alguns especialistas acreditam que a mulher não precisa engordar e outros acham que o indicado é engordar no máximo os 7 kg que correspondem ao peso do feto, da placenta, do líquido amniótico, do aumento das mamas e do útero.

Pegue leve

*Exercite-se: faça exercícios pelo menos durante 30 minutos por dia. Caminhada, ioga, hidroginástica são boas opções. Aconselhe-se com seu médico.

*Anote: faça um diário com tudo o que você come. Assim você percebe quando está exagerando. Leve na próxima consulta com seu obstetra e/ou nutricionista.

*Coma entre as refeições: nunca deixe passar mais de três horas sem ingerir nada. Leve cenourinhas, frutas, barrinhas de cereal com você.

*Reduza a gordura: alimentos gordurosos não devem ultrapassar 30% das calorias. Diminua ao máximo doces e guloseimas

Como o excesso de peso pode prejudicar

 *A mãe. Pode desencadear diabetes gestacional, hipertensão, tromboembolismo (adesão de coágulos aos vasos sanguíneos, que dificultam a circulação do sangue), triplica a chance de pré-eclâmpsia (falência de órgãos associada à hipertensão e presença de proteínas na urina) e parto precoce.

* O filho. Bebê macrossômico (muito grande, dificultando o parto), bebê prematuro, malformações congênitas, morte fetal. Na idade adulta, obesidade, hipertensão e diabetes.

Fonte: http://www.revistapaisefilhos.com.br/saude-gravidez/947/gestacao-de-peso