Triângulo amoroso!!! A chegada do bebê.

05.08.11 / Amamentação ou Aleitamento, Amor de mãe e pai, Filhos, Maternidade / Autor: Equipe Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: , , , , , , , , , , ,

Com a chegada do bebê, não tem casal que não sinta o relacionamento mudar. Para o bem e para o mal, agora o amor tem “o terceiro elemento” e vocês precisarão aprender a lidar com aspectos um do outro que ainda não conheciam.

A mãe amamenta o filho à meia-luz, sob o olhar orgulhoso do pai. O pai chega do trabalho e encontra o bebê dormindo e sua mulher linda e cheirosa à sua espera. A família unida – pai, mãe e filho – corre pelo parque em um dia ensolarado, sem preocupações. Corta! Definitivamente, a vida real de uma família recém-formada passa longe das cenas de um comercial de margarina. É claro que há momentos de extrema felicidade, mas a rotina de um casal pós-nascimento dos filhos é cansativa, desgastante e cheia de mudanças. “A maternidade é a concretização de um sonho, mas, ao mesmo tempo, traz ansiedade, desequilíbrios, conflitos, dúvidas, que são até naturais”, explica Isabel Kahn Marin, psicanalista e professora, responsável pelo departamento de atendimento à família da clínica psicológica da PUC-SP.

Antes a mulher dava atenção exclusiva ao marido e vice-versa. Agora, há entre eles um terceiro elemento. Que é lindo, fofo, mas tem cólicas, chora, quer mamar várias vezes durante o dia – e a noite! – e faz cocô em horas impróprias. “No primeiro ano de vida do bebê, o casal vê sua vida passada por um processador. Se antes eles se programavam para sair no fim de semana, agora eles pensam que podem sair, mas: se não fizer frio, se o bebê estiver bem, se ele dormir direito a noite…”, diz Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP).

Para boa parte dos casais, as coisas só voltam ao normal três anos depois do nascimento dos filhos. Foi o que mostrou uma pesquisa feita pelo Relationship Research Institute, em Seattle (EUA), que também apontou que as mulheres sentem o baque imediatamente após o parto, enquanto homens demoram alguns meses para se sentir incomodados. O estudo foi tema de uma reportagem recente do diário norte-americano The Wall Street Journal, que mostrou já existirem vários serviços de aconselhamento para casais no período pré-natal.

Aqui no Brasil, em uma enquete feita no fim de maio no site da CRESCER, 38% dos internautas responderam que o casamento piorou muito depois da chegada do filho; 20% disseram que piorou, mas melhorou um ano depois; e 8% que piorou, mas melhorou dois anos depois. Ficou igual para 10% e melhorou para 4% dos participantes. E 20% acham que ficou muito melhor e que o filho uniu ainda mais o casal. Ou seja: não tem regra, cada casal vai vivenciar a experiência do seu jeito conforme a chegada de cada filho.

Sócios para sempre
Ter um bebê, você sabe, é um projeto de vida muito importante para ser individualista ou executado de qualquer jeito. Por isso, o ideal seria que os casais se preparassem não apenas do ponto de vista prático e financeiro, mas também emocional. “Planejamento é bom para tudo, até para a reforma da casa. Quando se planeja, colocamos a máxima atenção naquilo e as coisas tendem a ficar mais fáceis”, explica Rita.

Mas mesmo sem essa estratégia toda, a natureza ainda dá de lambuja nove meses para um curso preparatório. “Muitos casais esquecem que vão ter de ser pai e mãe. Se preocupam mais com o enxoval, com o quarto do bebê do que em avaliar os ganhos e as perdas que estão por vir”, diz Luciana Jensen, psicóloga infantil e psicoterapeuta de casal e família há 16 anos.

Claro que não é proibido se animar com a decoração ou com as roupinhas, mas é recomendável que o casal também pense nas reais expectativas que tem, no papel de cada um, nos valores, na educação, e se prepare junto para a nova vida.

Essa etapa do processo não foi bem acordada no casamento de Roberta (que pediu para não darmos seu nome real), de 38 anos. Ele acabou após dez anos, quando seu segundo filho não tinha nem 2 meses de vida. Filha única, Roberta sempre quis se casar e ter mais de um filho. “Era visível que eu queria muito mais que ele. Esperamos cinco anos até ter nossa filha e outros quatro para eu engravidar de novo”, diz. Ela tinha uma boa convivência com o marido antes de engravidar e hoje vê que ficou encantada com o nascimento de sua primeira filha, obsessiva até. “Ela virou minha prioridade. Hoje acho que ele era imaturo e que não nasceu para ser pai, mas também sei que fui muito egoísta”, diz. Mesmo com o relacionamento já abalado, depois do nascimento da menina, Roberta insistiu em ter mais um filho.

Divisão por 3
Conciliar a vida de pai e mãe com a vida do casal é um dos desafios dessa nova família. Muitas mulheres acabam por se sentirem só mães e deixam seus companheiros de lado. O vínculo do bebê com a mãe é sempre maior do que com o pai. Quando o bebê nasce, ele e a mãe continuam sendo uma coisa só. “Mulheres veem o bebê como uma extensão delas e os homens como um projeto, não como propriedade”, completa Rita Calegari.

Segundo Natércia Tiba, psicoterapeuta de casais grávidos e família, é natural que a mãe deixe o pai em segundo plano. Afinal, em um triângulo que na maioria das vezes não é equilátero (lembra das aulas de geometria da escola? Os triângulos equiláteros são os únicos com três lados e três ângulos iguais…) sempre há alguém que fica na ponta, mais distante, mas esse sentimento pode ser amenizado. Cabe ao pai procurar uma maneira de participar da vida do seu filho e cabe à mãe dar espaço para ele. “O pai não é a mãe dois, ele funciona diferente e é importante que seja assim”, diz.

A fisioterapeuta Telma Gagliardo, 33 anos, está no grupo das mulheres que não se preparou para engravidar de sua filha Laura, hoje com 3 anos. “Estava casada há um ano e não tinha a menor noção do que era ser mãe, achava que era passear de carrinho na pracinha”, diz, rindo. “A criança, no começo, não interage e você acaba ficando presa em casa.” Felipe, 33 anos, seu marido, que na época estava desempregado, acabou sendo seu aliado nessa “prisão domiciliar”. “Ele sempre me ajudou muito e, apesar de achar que ele não fazia as coisas da melhor forma, nunca reclamei”, afirma. Quando Laura tinha 3 meses, Telma foi operada de emergência, de apendicite, e Felipe teve de cuidar sozinho da filha. “Dava meia mamadeira de um lado e meia do outro, como a Telma fazia ao amamentá-la no peito. Posso dizer que me senti meio mãe e lembro até hoje do valor desse momento”, conta o engenheiro mecânico.

FONTE: REVISTA CRESCER. Imagem: dicas da mulher.

Por que a avó faz tão bem para as crianças?

02.08.11 / Amor de avós, Amor de mãe e pai, Filhos, Maternidade / Autor: Equipe Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: , , , , , , , , ,

Os benefícios de viver com ela por perto já foram até comprovados cientificamente. Veja dicas para a convivência se tornar ainda mais prazerosa.

Que elas tornam a vida dos netos mais doce, todo mundo sabe. Isso já foi até comprovado cientificamente. E assim ganharam até um dia próprio: o Dia da Avó, comemorado em 26 de julho.
“Não tem um dia em que minha filha não pergunte pela avó”, conta Janaína Teixeira, mãe de Joana de 2 anos e 10 meses. Essa cumplicidade entre crianças e avós vem de outras gerações: a menina recebeu o nome em homenagem a bisavó, personagem fundamental na vida de Janaína. “Às vezes, meu marido quer implicar com a minha mãe por ela fazer todos os mimos da Joana”, diz. “É que ele não teve avós presentes na infância, por isso não sabe a importância que eles têm” comenta.
Para a psicóloga e psicoterapeuta Lídia Rosenberg Aratangy o papel desempenhado pela avó, e também pelo avô, é determinante no desenvolvimento da criança como um indivíduo consciente de si mesmo. “Os avós são os únicos depositários da história dos pais. Eles carregam e transmitem a história da família. E nós sabemos que para ter equilíbrio emocional, você deve saber quem é, de onde veio e para onde vai. Os avós personificam essas orientações”, ressalta a especialista.
A autora do Livro dos Avós. Na casa dos avós é sempre domingo? destaca ainda que é na relação com os avós que as crianças aprendem a lidar com os mais velhos, se preparando para uma futura relação com os próprios pais, que também irão envelhecer. “As crianças levam essa lição para a vida toda” conclui.
Dicas para uma boa convivência

As diferenças de geração entre pais e filhos naturalmente se transferem para a relação entre avós e pais. Mas o respeito deve ser a base de todas as resoluções – e ele é conquistado com base no diálogo e na aceitação. “A mãe precisa aceitar a sabedoria e autoridade da avó, assim como essa deve respeitar o papel da mãe”, explica Lídia. Veja algumas dicas para essa convivência se tornar mais prazerosa ainda.
- Tratar a avó como babá de luxo é o principal erro cometido pelas mães. Por isso, se a criança precisa ou quer passar o dia na casa da avó, não faça listas indicando o que pode ou não poder ser feito. Confie na relação direta existente entre avó e neto e respeite suas decisões e atitudes.
- Quando acontecer algum desentendimento sobre as normas na educação ou comportamento do seu filho, respire fundo e deixe a discussão para um momento em que a criança não esteja presente. Isso garante uma convivência pacífica e saudável entre todos.
- Lembre-se dos momentos felizes e divertidos que você mesma passou ao lado dos seus avós fazendo tudo aquilo que lhe era proibido pelos pais e que, no entanto, não lhe fizeram mal nenhum.

FONTE: revistacrescer.com.br.

Aguarde…em breve novidades legais!!!

05.06.11 / Enxoval, Loja Bebê Ternura, Quarto do Bebê / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: , , , , , , , ,

Estamos trabalhando com o objetivo de oferecer planos e condições que agradem nossos clientes, tornando nosso site prático e fácil para que os clientes efetuem as compras on-line…isso mesmo, no conforto da sua casa poderá fazer as compras para o quartinho do seu bebê…voce que é uma mamãe prática e papai que tem uma vida muito corrida, achará muito cômodo essa novidade da Bebê Ternura.

Além disso, estamos com o atendimento personalizado o que possibilita uma atenção individualizada e especial aos nossos clientes, atendendo em algumas situações em domícilio ou em nossa sala comercial.

Estamos a disposição!

Um abraço

Equipe Bebê Ternura!