10.10.11 / Enxoval, Lista de enxoval, Loja Bebê Ternura, Quarto do Bebê / Autor: Equipe Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: bebê, BERÇO, conforto, cores claras, dicas, Enxoval, Quarto do bebê, trocador

O espaço é pouco, mas com criatividade, cores e móveis adequados, o espaço vai ficar lindo.
Como em um quebra-cabeça, a designer de interiores Sara Liba Korn conseguiu encaixar todos os móveis necessários neste quarto de 2,75 m por 3,20 m.
Não existe problema em colocar móveis encostados em outros, desde que não atrapalhe seu uso. Nesse caso, por exemplo, o acesso ao berço não ficou prejudicado. A cama com gavetões funciona como mais um armário. Dá para guardar desde lençóis, toalhas e fraldas até CDs e bichos de pelúcia.
A poltrona de amamentação pode ser uma cadeira confortável. Dependendo do estilo, ela faz o diferencial no quarto. Outra solução que derruba um tabu: um pedaço da cama fica encaixado no trocador, mas não perde sua função. Isso pode ser feito desde que fique bonito. A prateleira embutida no trocador serve como apoio na hora das trocas de fralda ou roupa.
Mesmo que o cômodo seja pequeno, você pode conseguir espaço para colocar o essencial – berço, cômoda e cadeira para amamentar .
Uma faixa no alto da parede, em um tom diferente do restante, dá a impressão de que o quarto é um pouco maior.
Paredes de cores claras dão sensação de amplitude. Para potencializar o efeito, escolha móveis também de cor clara.
Prateleiras colocadas na parede sobre o trocador servem para organizar os brinquedos que o bebê vai ganhar. Ou, se preferir, objetos usados nas trocas de fralda.
Veja algumas dicas para aproveitar bem o espaço:
1. Dê prioridade à circulação. Não adianta colocar cômoda, berço, cadeira e a cama da babá se você não conseguir caminhar entre os móveis.
2. Escolha móveis básicos, que agreguem mais de uma função. Cômodas compactas podem ter sapateira e varão para cabide.
3. Existem modelos de berços menores que os mais tradicionais. Eles possuem 70 cm de largura por 1,30 m.
4. Cortinas até o teto ampliam o ambiente. Prefira tecidos leves, vaporosos e transparentes para garantir uma boa iluminação.
5. Cadeiras para amamentação já são produzidas em modelos compactos, de 70 cm por 70 cm.
6. Se a cama da babá for imprescindível, mas não couber no espaço, coloque-a no lugar da cadeira de amamentação e compre uma almofada que lhe dê suporte. Outra opção é comprar uma cama menor, de 75 cm por 1,85 m.
7. Não abuse na decoração. Ou você escolhe prateleiras na parede ou quadrinhos.
8. Tapetes devem ser proporcionais ao tamanho do quarto. Os de tear, feitos de algodão, em cor palha ou em dois tons, dão charme sem poluir o visual do ambiente.
9. Prefira pintar as paredes com cores claras e lisas. Pinturas com desenhos ou com listras, por exemplo, roubam a cena e diminuem o ambiente. Se quiser, eleja uma parede e pinte-a com uma cor mais escura, para compor com o tom claro. Outra opção é pintar todas as paredes do quarto até a metade, colocando um tom pastel na parte superior.
10. Pisos laminados ou de vinil e carpete de madeira ampliam o espaço.
FONTE: Revista Crescer/ Globo
18.03.10 / Gravidez, Gravidez Programada / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
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O QUE É?
A inseminação artificial é um método utilizado para tratamento de algumas alterações da fertilidade do casal.
Existem diversos tipos de inseminação artificial, mas todos eles têm a mesma finalidade, qual seja aproximar o espermatozóide do óvulo, transpondo um obstáculo feminino ou melhorando-se a qualidade do espermatozóide.
Como ilustração, imaginemos como o processo natural se desenvolve.
O esperma, na relação sexual é depositado no fundo da vagina. O esperma compõe-se do líquido espermático e dos espermatozóides. Este líquido tem como finalidade transportar os espermatozóides do aparelho genital masculino até a vagina, e de neutralizar a acidez natural feminina. Só os espermatozóides penetram no útero, o liquido espermático é eliminado pela vagina após a relação.
COMO É O TRATAMENTO:
A fertilização ocorre na trompa, pelo encontro do espermatozóide que foi depositado na vagina e percorreu o útero e a trompa, e pelo óvulo que foi captado pela trompa no momento de sua expulsão do ovário.
O papel da mulher
Como o procedimento ocorre no momento da ovulação, precisamos monitorá-la para saber qual o melhor momento. Geralmente trabalhamos com ciclo induzidos:Ovulação induzida:
Três indicações básicas: – Pacientes que não tenham ovulação. – Pacientes que tenham ovulação mas comum uma qualidade hormonal baixa.- Pacientes com ovulação normal. Segundo alguns trabalhos científicos; a chance de gravidez em ciclos estimulados é estatisticamente maior que nos ciclos naturais.
Utilizamos para induzir ou melhorar a ovulação, medicamentos que atuarão estimulando o organismo a produzir hormônios, ou fornecendo diretamente os hormônios que irão atuar no ovário.Todo estímulo de ovulação deve ser monitorado para termos certeza da resposta, e para sabermos se a dose da medicação utilizada é adequada.
Este controle pode ser feito em estimulações mais simples, apenas pela ultra-sonografia seriada.Outros de maior complexidade, exigem além da ultra-som, a avaliação da produção hormonal do ovário. Dependendo de cada caso, faremos um protocolo específico, atendendo a cada perfil hormonal, um tipo de estímulo.
A pergunta mais comum diz respeito ao uso de “hormônios”. Habitualmente os hormônios que atuam diretamente no ovário, são derivados humanos, isto é , retirados de mulheres na menopausa ou de mulheres grávidas, que possuem estes hormônios em quantidade excessiva.
Os que agem estimulando o organismo a produzir hormônios, estes são sintéticos, mas a atuação deles se faz à distância. Outra dúvida comum é: eles engordam? O estímulo da ovulação produz uma quantidade maior de hormônio ovariano, o que faz com que a paciente apresente uma certa “inchação”, que habitualmente desaparece com a parada do medicamento.
Não culpem somente o medicamento. Lembre-se que um estado tencional pode fazer com que haja um aumento da “fome”.
Os protocolos de estimulação da ovulação conseguem aproximadamente 80% de resultados no que se refere a ovulação. Os 20% restantes são de má resposta à indução ou retenção folicular ocasionada por flutuações inadequadas dos hormônios.
Papel do homem
Como dissemos, o esperma é formado pelo líquido seminal e pelos espermatozóides. Na inseminação, o importante é a quantidade dos espermatozóides, sendo o líquido seminal dispensável. Como colocamos os espermatozóides acima do colo do útero, e sabemos que este tem uma ação o de transporte e nutrição só até a vagina, na inseminação ele é substituído por um meio de cultura adequado.
Para isto realizamos uma espécie de lavagem do esperma. A
pós a ejaculação o esperma é misturado a um meio de cultura, e sofre uma separação por centrifugação, o que faz a parte sólida (espermatozóides e células) se separarem do meio líquido. Em seguida colocamos esta parte sólida com uma certa quantidade de meio de cultura, em repouso na estufa.
Os espermatozóides, pela sua mobilidade, irão nadar para o meio de cultura. Coletaremos então só o meio de cultura, que deverá conter apenas os espermatozóides mais móveis, e será esta amostra que inseminaremos. Além desta técnica, dispomos de outras técnicas de “lavagem”, que utilizaremos de acordo com a qualidade espermática.Todas têm a mesma finalidade, conseguir o maior número de espermatozóides, com a melhor mobilidade, e a melhor morfologia.
Tipos de Inseminação:
Sabemos hoje que uma ejaculação normal, depositaria na vagina no momento da relação sexual, aproximadamente 80 a 100 milhões de espermatozóides (esperma total).
Sabemos também que é necessário em torno de 100 mil espermatozóides em contato direto com o óvulo, para que uma fecundação ocorra in vitro. Se seguirmos este raciocínio, vemos que do total ejaculado, apenas 1% dos espermatozóides chegarão efetivamente ao objetivo final.
Isto deve-se a vários fatores, quais sejam: Eliminação de aproximadamente metade do ejaculado entre a perda natural pelo refluxo que ocorre pela vagina ao término do coito, e pela destruição natural do contato com a secreção vaginal.Como a ejaculação não se dá ao mesmo tempo que a ovulação, os espermatozóides vão se deteriorando neste período de tempo.
Muitos deles tomam o caminho da trompa errada, outros passam do local da fertilização e caem no abdômen.
Enfim, estes e outros fatores levam ao fato de que o homem necessite um número tão grande de espermatozóides, para que apenas um seja o escolhido para fecundar o óvulo.
Na inseminação o que fazemos é colocar os espermatozóides o mais próximo do óvulo, no momento mais adequado, e com isto suplantar ou o obstáculo feminino, ou a alteração masculina.
Hoje em dia, a técnica que apresenta os melhores resultados, é a inseminação intrauterina. A sua realização é simples e indolor.
Em posição ginecológica, temos acesso ao colo do útero, com abertura da vagina por um especulo, que é o aparelho utilizado para exames ginecológicos corriqueiros.
Após a desinfecção do orifício do colo, introduzimos um cateter até o interior do útero, ficando a aproximadamente 1 centímetro do seu fundo, na zona mais próxima das trompas. Injetamos o concentrado de espermatozóides que está diluído em 0,2 ml de meio de cultura.O cateter é retirado, não havendo refluxo da amostra, a paciente pode se levantar e retomar a sua atividade normal. Não é necessário repouso ou modificação na vida pessoal.
Habitualmente realizamos duas inseminações a cada ciclo, sempre em torno do momento ovulatório, com intervalo de 24 horas. Existem outras técnicas de inseminação que podem ser utilizadas, mas que até o momento não se mostraram ser superiores, em termos de resultado, ao método utilizado por nós.
RESULTADOS:
Sabemos hoje que a chance natural de um casal que não apresente dificuldades, se situa em torno de 25% a cada ciclo, de engravidar e levar a sua gestação até o término.
Na inseminação apesar de controlar a ovulação realizar a inseminação no melhor momento com um esperma de boa qualidade ou melhorado ao máximo, a nossa chance real deverá se situar no máximo em torno deste número. Os nossos últimos resultados, que incluíam todas as indicações, foram de 33% por ciclo tentado.Os extremos desta análise estatística, foram de 6 a 8% para as alterações espermáticas severas, e de 55% para a inseminação com esperma de doador, em que o lado feminino era normal e o esperma reconhecidamente normal.
Quantas vezes tentar?
O número dependerá de cada caso e vários fatores devem ser levados em consideração. O que fazemos habitualmente é tentar 6 ciclos, e ao final se não obtivermos resultados, reavaliamos o caso, para planejar uma outra estratégia de fertilização assistida ou persistimos no tratamento, pois é muito importante ter em mente que os resultados apresentados acima não são cumulativos, isto é, as chances não são somadas a cada ciclo tentado, e sim a cada ciclo vocês terão sempre a mesma chance.