02.08.11 / Amor de avós, Amor de mãe e pai, Filhos, Maternidade / Autor: Equipe Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: Avô, Avós, carinho, criança, dicas, filho, mãe, mamãe, mulheres, ternura

Os benefícios de viver com ela por perto já foram até comprovados cientificamente. Veja dicas para a convivência se tornar ainda mais prazerosa.
Que elas tornam a vida dos netos mais doce, todo mundo sabe. Isso já foi até comprovado cientificamente. E assim ganharam até um dia próprio: o Dia da Avó, comemorado em 26 de julho.
“Não tem um dia em que minha filha não pergunte pela avó”, conta Janaína Teixeira, mãe de Joana de 2 anos e 10 meses. Essa cumplicidade entre crianças e avós vem de outras gerações: a menina recebeu o nome em homenagem a bisavó, personagem fundamental na vida de Janaína. “Às vezes, meu marido quer implicar com a minha mãe por ela fazer todos os mimos da Joana”, diz. “É que ele não teve avós presentes na infância, por isso não sabe a importância que eles têm” comenta.
Para a psicóloga e psicoterapeuta Lídia Rosenberg Aratangy o papel desempenhado pela avó, e também pelo avô, é determinante no desenvolvimento da criança como um indivíduo consciente de si mesmo. “Os avós são os únicos depositários da história dos pais. Eles carregam e transmitem a história da família. E nós sabemos que para ter equilíbrio emocional, você deve saber quem é, de onde veio e para onde vai. Os avós personificam essas orientações”, ressalta a especialista.
A autora do Livro dos Avós. Na casa dos avós é sempre domingo? destaca ainda que é na relação com os avós que as crianças aprendem a lidar com os mais velhos, se preparando para uma futura relação com os próprios pais, que também irão envelhecer. “As crianças levam essa lição para a vida toda” conclui.
Dicas para uma boa convivência
As diferenças de geração entre pais e filhos naturalmente se transferem para a relação entre avós e pais. Mas o respeito deve ser a base de todas as resoluções – e ele é conquistado com base no diálogo e na aceitação. “A mãe precisa aceitar a sabedoria e autoridade da avó, assim como essa deve respeitar o papel da mãe”, explica Lídia. Veja algumas dicas para essa convivência se tornar mais prazerosa ainda.
- Tratar a avó como babá de luxo é o principal erro cometido pelas mães. Por isso, se a criança precisa ou quer passar o dia na casa da avó, não faça listas indicando o que pode ou não poder ser feito. Confie na relação direta existente entre avó e neto e respeite suas decisões e atitudes.
- Quando acontecer algum desentendimento sobre as normas na educação ou comportamento do seu filho, respire fundo e deixe a discussão para um momento em que a criança não esteja presente. Isso garante uma convivência pacífica e saudável entre todos.
- Lembre-se dos momentos felizes e divertidos que você mesma passou ao lado dos seus avós fazendo tudo aquilo que lhe era proibido pelos pais e que, no entanto, não lhe fizeram mal nenhum.
FONTE: revistacrescer.com.br.
22.03.11 / Amor de mãe e pai, Emoções na gravidez, Gravidez / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: barriga, bebê, bebês, carinho, especial, gestaçao, gestante, gravida, mãe, mamãe, materna, nove meses, reconhecimento voz, saúde do bebê, voz, voz materna

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.
Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema. Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício. O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras. Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz. Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala. Papo entre mãe e filho ainda na barriga – Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação? Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não. Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala.
Bruno Rodrigues
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/voz_materna_e_especial_para_o_bebe.htm
17.03.11 / Filhos, Segurança do bebê e da criança / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: bebê, bebês, conforto, conversar, criança, curiosidade, mãe, maes, mamãe, ternura, Tsunami Japão

Seu filho perguntou sobre o terremoto no Japão e você não sabe o que responder? Veja como lidar com a curiosidade das crianças em relação a temas como esse…
“Mamãe, o tsunami pode chegar até aqui?” Com a sequência de terremotos que arrasou o Japão na última semana e as chuvas que deixaram o sul do Brasil em alerta, não é mesmo fácil lidar com a curiosidade das crianças sobre tragédias. Principalmente quando as informações cheias de imagens fortes e muitos detalhes chegam por todos os meios de comunicação.
CRESCER entrevistou a psicóloga e terapeuta familiar Ana Lúcia Gomes Castello, uma das fundadoras da Associação Brasileira de Ajuda Humanitária Psicológica – que esteve no início do ano em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, para amparar psicologicamente as vítimas -, para descobrir como falar disso na sua casa. Veja as dicas da especialista:
Espere pela curiosidade
Se o seu filho ainda não se mostrou curioso sobre o assunto, não antecipe a conversa. Espere ele perguntar ou fazer algum comentário para conversar sobre os desastres. Talvez ele não tenha percebido e você esteja angustiada sem motivo.
Desligue a TV
Deixar a televisão (ou qualquer outro meio de comunicação) sintonizada no canal de notícias o tempo todo mostrando imagens trágicas só vai deixar seu filho com medo e inseguro. Procure se informar sobre esses tipos de acontecimentos longe das crianças. Isso não quer dizer que seu filho não possa ter contato com o que está acontecendo, mas não precisa receber excesso de informação.
Conforto e segurança
Se você ficar impressionada com as imagens, não deixe que seu filho perceba. Ele precisa se sentir seguro, por isso, explique sobre o que aconteceu, mas enfatize que a família e os amigos estão bem. Se ele fizer perguntas, você pode contar uma história para ilustrar a cena e ajudar seu filho a entender melhor.
Com o mapa na mão
Com a ajuda de um mapa do mundo, mostre a localização do Japão e onde vocês estão para que seu filho perceba a distância. Se quiser falar sobre as fortes chuvas no país, use um mapa só do Brasil. Caso contrário, ele pode achar que está muito perto do local que sofreu o desastre. Mas essa dica talvez não funcione se você estiver na mesma cidade ou estado.
Fale sobre solidariedade
Aproveite o interesse do seu filho sobre o assunto e mostre como os bombeiros, a polícia e os grupos de ajuda humanitária trabalham para ajudar as vítimas. É uma ótima oportunidade para falar sobre a importância de ajudar o próximo e como esse amparo pode fazer a diferença. Que tal incentivá-lo a doar roupas ou brinquedos?
E se ele ainda não fala?
Eles também sentem o clima de tensão, por isso, preste atenção sobre o comportamento do bebê. Se ele estiver mais irritado, procure ficar mais tempo com ele, faça brincadeiras e dê muito carinho. Sua presença vai passar segurança.
FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI218703-15546,00-COMO+CONVERSAR+SOBRE+TRAGEDIAS+COM+AS+CRIANCAS.html