04.03.11 / Bebês Famosos, Gravidez, Grávidas Famosas / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: Adriana Esteves, Angélica, barriga, bebê, Claudia Abreu, Drica Moraes, filho, José Henrique Fonseca, mãe, mamãe, pai

Os amigos e a família de Cláudia Abreu, 40 anos, e do marido, o cineasta José Henrique Fonseca, 44, reuniram-se no salão de festas do prédio onde moram no Leblon, no domingo (20), para comemorar os três anos de Felipa, a segunda filha.
Na festinha, a atriz contou uma boa notícia aos convidados: a família vai aumentar. Ela está grávida do quarto filho do casal, que deverá nascer no início do segundo semestre.
Além da aniversariante, Claudia e José Henrique são pais de Maria, 10, e José Joaquim, sete meses. Os convidados comemoraram a notícia, entre eles, os casais Vladimir Brichta, 34, e Adriana Esteves, 41, Luciano Huck, 39, e Angélica, 37, além dos atores Marcelo Serrado, 44, e Drica Moraes, 41. Todos estavam acompanhados dos filhos.
Gestação discreta
O assunto ainda é tratado com discrição, uma vez que a atriz espera completar os três meses para confirmar a gravidez. ”É uma notícia que não dá para esconder por muito tempo. Ela não vai comentar nada agora, mesmo que esteja esperando um bebê”, disse a assessora de imprensa da atriz, Silvia Paraíso, 29.
FONTE: http://contigo.abril.com.br/noticias/claudia-abreu-esta-gravida-do-quarto-filho
03.03.11 / Amor de mãe e pai, Filhos, Maternidade / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (1)
Tags: bebê, carinho, filho, mãe, pai, papai, saúde, saúde do bebê

“SE FICAR observando bebês assim que eles nascem”, comenta a Dra. Cecilia McCarton, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova Iorque, “eles se mostram maravilhosamente despertos e sintonizados com seu meio ambiente. Eles reagem aos movimentos de suas mães. Viram-se em direção aos sons. E se fixam no rosto de sua mãe.” A mãe estabelece contato visual com o bebê. É amor à primeira vista — no caso de ambos!
Este momento de apego entre a mãe e o bebê acontecerá naturalmente se o parto for natural, sem medicamentos que entorpeçam os sentidos da mãe e do bebê. O choro do bebê estimula a produção de leite por parte dela. O contato da pele do bebê com a dela libera um hormônio que reduz a hemorragia após o parto. A criança já nasce com programas cerebrais que garantem o apego — chorar, mamar, balbuciar e dizer gu-gu, sorrir e dar pequenos chutes extáticos para atrair a atenção de sua mãe. O apego, principalmente à mãe, torna possível que o bebezinho crie um senso de amor, de cuidado e de confiança. O pai rapidamente se torna importante como uma figura de apego. O relacionamento dele carece da intimidade do da mãe, mas acrescenta uma dimensão importante: pequenas cutucadas, suaves cócegas, gentis brincadeiras, às quais o bebê responde com excitado riso e meneios.
O Dr. Richard Restak comunica que, para o recém-nascido, ser tomado nos braços e acalentado é como um nutriente. “O contato”, diz ele, “é tão necessário para o desenvolvimento infantil normal quanto o alimento e o oxigênio. A mãe abre os braços para o bebê, acalenta-o, e uma infinidade de processos psicobiológicos passam a harmonizar-se.” Com este tratamento, até mesmo o cérebro físico desenvolve “uma diferente fisionomia de saliências e fissuras”.
-Cuide de Evitar o Afastamento
Alguns indicam que, se este apego entre mãe e filho não ocorrer por ocasião do nascimento, caminha-se para a tragédia. Não é bem assim. Na maternidade amorosa surgem centenas de momentos íntimos, nas semanas que seguem, que tornam seguro este apego. A privação de tais intimidades por um longo período, contudo, pode levar a funestas conseqüências. “Embora todos nós precisemos uns dos outros em toda a nossa vida”, diz-nos o Dr. Restak, “essa necessidade é mais aguda no primeiro ano de vida. Prive-se o bebê da luz, da oportunidade de contemplar a face humana, do deleite de ser tomado nos braços, de ser acalentado, de ouvir palavras carinhosas, de ser cumulado de atenções e de ser tocado — e o bebezinho não suporta tais privações”.
Os bebês choram por muitos motivos, mas geralmente querem atenção. Se seu choro não for atendido depois de certo tempo, eles talvez parem de chorar. Acham que quem cuida deles não está reagindo. Eles choram de novo. Se ainda não houver resposta, eles se sentem negligenciados, inseguros. Tentam fazê-lo mais forte. Se isto prossegue por longo período e é repetido com freqüência, o bebê se sente abandonado. Fica primeiro irado, até mesmo enraivecido e, por fim, desiste. Acontece o afastamento. Não recebendo amor, ele não aprende a amar. A consciência não se desenvolve. Ele não confia em ninguém, não se importa com ninguém. Torna-se uma criança problemática, e, em casos extremos, uma personalidade psicopática incapaz de sentir remorso ao praticar atos criminosos.
O amor à primeira vista não é o fim de tudo. Tem de continuar para sempre depois disso. Não apenas em palavras, mas também em ações.
FONTE: Revista Despertai
28.02.11 / Amor de mãe e pai, Filhos, Maternidade / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: ama, bebê, filho, filho preferido, infância, maes, pai, personalidade, ternura

Sua primeira resposta (e a da maioria dos pais)certamente será “não, claro que não”. Mas para a terapeuta norte-americana Ellen Weber Libby, que tem dois filhos, toda mãe e todo pai tem, sim, o seu predileto. Descubra como ela chegou a essa constatação e tudo o que você deve saber sobre esse assunto.
Os irmãos Corinne, 27 anos, e Mark, 22, sempre se provocam mutuamente sobre quem é o “queridinho” da família. E até hoje reclamam para os pais quando acham que um está sendo mais favorecido do que o outro. Não conheci Corinne e Mark pessoalmente, mas posso imaginar as cenas. Afinal, quem nunca presenciou um diálogo desses em família? Tudo o que vi desses dois irmãos foi uma foto deles adultos, que na verdade não tinha nada demais: eles estão elegantes para uma festa, ao lado da mãe, dando muita risada, felizes. Ela é a terapeuta norte-americana Ellen Weber Libby, que me enviou a foto para eu conhecê-los melhor, e não resistiu em tirar um sarro, mas do tipo saudável, claro. “Como você pode ver, os dois estão se divertindo comigo e ambos acreditando ser o tal ‘filho número 1’.”
Psicoterapeuta há mais de 30 anos em Washington, Estados Unidos, a questão de se existe ou não um filho favorito sempre fez parte de suas principais reflexões. E essa curiosidade culminou no lançamento de The Favorite Child, How a Favorite Impacts Every Family Member for Life, (ou O Filho Favorito – Como um Favorito Impacta Cada Membro da Família para a Vida, em tradução livre, da editora Prometheus Books, e ainda sem previsão para lançamento no Brasil). Nele, pesquisas e histórias, muitas histórias – que vão desde casos ouvidos em seu consultório até a infância de ex-presidentes norte-americanos.
Logo nas primeiras páginas, a autora afirma o que os pais não admitem nem para a sua sombra: toda família tem um filho favorito. E Ellen não chegou a essa conclusão só por uma briga ou outra dos filhos, ou por causa de algumas famílias observadas: ela foi tão longe no assunto que a razão para escrever sobre o tema veio de personagens ilustres, como políticos que se deitaram em seu divã. Acostumada a ouvir secretários de governo, embaixadores e até agentes do serviço secreto em seu trabalho, ela percebeu que grande parte deles cresceu como o número 1 da casa – assim como aconteceu com todos os ex-presidentes dos Estados Unidos desde Roosevelt, incluindo o atual, Barack Obama. Depois de reunir tanta pesquisa, o grande “estalo” para escrever o livro veio com o escândalo de Bill Clinton e a ex-estagiária Monica Lewinsky, em 1998. “Fiquei pensando no motivo de ele ter preparado tamanha armadilha para a sua carreira e percebi que, como filho favorito de sua mãe, Clinton cresceu acreditando que as regras não se aplicavam a ele, e que conseguiria se livrar dessa situação”, afirma Ellen em entrevista exclusiva à CRESCER. E quem se perguntar sobre o nosso famoso ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, temos uma suspeita: segundo a historiadora Denise Paraná, biógrafa e autora de A História de Lula – O Filho do Brasil (Ed. Objetiva), podemos dizer que Lula foi criado nas condições de filho favorito. “A mãe depositou nele toda a chance de ascensão social da família. Ele foi o último filho homem e o único que estudou e trabalhou ao mesmo tempo. A expectativa era que ele ‘desse certo’.”
Se o objeto de estudo de Ellen é um tanto distante para você, saiba que entender o favoritismo não é mesmo tão simples. Tem mais a ver com as expectativas e necessidades do pai e da mãe do que com as características de cada criança. Ah, e acredite: ter um filho favorito não significa que você o ama mais do que os outros!
O número 1 pode ser o que preenche todas as características imaginadas ainda na gravidez: será que vai ser médico? Vai ter os olhos do pai? Ou cabelos encaracolados como os da mãe? Pode, ainda, acontecer com a primeira menina depois de uma sucessão de meninos, ou se a criança for a que carrega o nome do avô. Quando cresce, o preferido é aquele que escuta seus conselhos ou que não perde uma partida de futebol com você no fim de semana. “Tem a ver com o momento de cada família, com a personalidade dos pais ou com valores transmitidos. É inconsciente”, diz Maria Luisa Castro Valente, psicóloga e professa da Unesp de Assis (SP). E a afirmação de que o favoritismo não representa o amor? Para Ellen Libby, os pais podem amar todos os filhos e ainda assim favorecer um deles. Já a psicóloga Vera Lucia Lotufo Belardi, da Unifesp (SP), tem outra explicação. “O que acontece é que os filhos têm personalidades distintas, e são parecidos ou com o pai ou com a mãe. É uma questão de identificação, e não de quem gosta mais de quem”, afirma. Aliviou?
FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI205153-10496,00-TODO+MUNDO+TEM+UM+FILHO+FAVORITO.html