Exercícios na gravidez geram bebês mais magros

09.04.10 / Gravidez / Autor: bebeternura / Comentários: (0)
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Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo um estudo realizado conjuntamente por médicos 0,,15990968,00americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.

Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.

Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do que as de mães que não se exercitaram.

Chances maiores

Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.

A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.pregnancy_fitness_dumbbellss600x600

“Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança”, disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.

O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criança no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.

Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/bbc/2010/04/05/exercicios-na-gravidez-geram-bebes-mais-magros-diz-estudo.jhtm

GEMEOS! E AGORA?!

24.03.10 / Gravidez, Gravidez Programada / Autor: bebeternura / Comentários: (0)
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gemeos

Preocupação e felicidade são dois sentimentos que se misturam na gestação quando fazemos o ultra-som e o médico nos dá a notícia de que estamos esperando gêmeos. Serão dois sorrisos, dois choros simultâneos, fraldas em dobro…

Se um bebê já requer atenção, dois merecem um pouco mais. A gravidez de gêmeos é considerada de risco, pois, em sua maioria, os bebês nascem prematuros. O pré-natal tem que ser realizado rigorosamente.

A amamentação é outro fator importante. O leite materno é o ideal exclusivamente até o sexto mês de vida dos bebês e toda mamãe produz leite suficiente para alimentar quantos bebês ela tiver. A sucção dos pequenos aumenta a produção do leite. Quanto mais os bebês sugarem o peito, mais o organismo da mamãe produzirá leite.

Cada mamãe irá encontrar uma forma de amamentar. Pode-se oferecer o peito aos dois bebês juntos e a mamãe ganhar tempo com isso. Mas se preferir, pode amamentar um de cada vez, normalmente quem acordar primeiro. Se os bebês precisarem de complemento, o pediatra orientará os pais qual alimento oferecer e também como oferecer.

Nessa hora, o papai tem seu papel importante na ajuda da mamãe e dos bebês, seja trocando as fraldas dos nenezinhos, seja dando colo para o que acordou enquanto a mamãe amamenta o outro, ou mesmo no serviço de limpeza da casa. Homem moderno é isso. Não se sinta envergonhada de pedir favores para amigos e familiares, como fazer suas compras. Toda ajuda é muita preciosa, nem que seja para você descansar.{F9BEC~1

Mesmo rosto, outro coração – Mesmo sendo gêmeos, idênticos ou não, nascendo da barriga juntos, não quer dizer que as crianças são iguais. Podem ser iguais fisicamente, mas cada um tem a sua personalidade. Às vezes, ainda dentro do útero algumas mães já diferenciam os bebês como aquele que chuta mais ou é mais agitado do que o outro.

Após o nascimento, as diferenças continuam e os pais têm que conhecer a personalidade de cada um, assim como a mamãe de uma criança faz. Os bebês podem ter choros diferentes, maneiras diferentes de falarem ou fazerem algo e são essas diferenças que desenvolvem a personalidade de cada um.

Suzy_Rego_Gravida_de_Gemeos_com_9_meses_Vestindo_ZazouCuidado apenas para que as diferenças das crianças na família não se torne comparações como do tipo: “Ele é mais inteligente do que você” ou “Ele faz isso melhor do que você”. Essas comparações são negativas para as crianças. Risque essas comparações do seu dicionário. O irmão desprestigiado não ganhará nada com essa bronca, ao contrário. Os gêmeos são diferentes, mas nenhum é melhor do que o outro. Cada um tem um tempo e um desenvolvimento.

A diferenciação pode começar nas roupas que as mamães gostam de colocar iguais. O vestuário é uma das primeiras escolhas pessoais da criança e pode ser por ele que as pessoas diferenciam quem é quem e as crianças criem independência do relacionamento com o outro.

Na escola, não há recomendação de ficarem em classes diferentes. Não é necessária separação física dos gêmeos para haver independência. Essa questão deve ser conversada entre escola e pais e, no momento em que puderem decidir, os gêmeos devem ser consultados também. Deixe rolar naturalmente.

Os irmãos gêmeos não são uma única pessoa. Evite encarar as crianças dessa forma. Olhem como se fossem seres individuais, cada um com seus limites, qualidades e necessidades.

Dicas

0 a 3 anos – Organize a casa para receber duas crianças. Monte espaços para as brincadeiras sem que exista algo que possa machucá-las e deixar mamãe menos preocupada.

3 a 6 anos – Dê um brinquedo para cada um e, de preferência nessa fase, o mesmo. Assim os pais evitarão brigas e frustrações por a criança achar que o brinquedo do outro é melhor.

6 a 9 anos – Cada um tem um gosto e uma necessidade. Deixem que escolham se querem ou não ficar na mesma classe e se usarão ou não a mesma roupa. São nessas escolhas que conseguirão se desenvolver como uma pessoa única.

Bruno Rodrigues

Fonte:http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/gemeos_e_agora.htm

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

18.03.10 / Gravidez, Gravidez Programada / Autor: bebeternura / Comentários: (0)
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O QUE É?

A inseminação artificial é um método utilizado para tratamento de algumas alterações da fertilidade do casal.

Existem diversos tipos de inseminação artificial, mas todos eles têm a mesma finalidade, qual seja aproximar o espermatozóide do óvulo, transpondo um obstáculo feminino ou melhorando-se a qualidade do espermatozóide.

Como ilustração, imaginemos como o processo natural se desenvolve.

O esperma, na relação sexual é depositado no fundo da vagina. O esperma compõe-se do líquido espermático e dos espermatozóides. Este líquido tem como finalidade transportar os espermatozóides do aparelho genital masculino até a vagina, e de neutralizar a acidez natural feminina. Só os espermatozóides penetram no útero, o liquido espermático é eliminado pela vagina após a relação.

COMO É O TRATAMENTO:

A fertilização ocorre na trompa, pelo encontro do espermatozóide que foi depositado na vagina e percorreu o útero e a trompa, e pelo óvulo que foi captado pela trompa no momento de sua expulsão do ovário.

O papel da mulher

Como o procedimento ocorre no momento da ovulação, precisamos monitorá-la para saber qual o melhor momento. Geralmente trabalhamos com ciclo induzidos:Ovulação induzida:

Três indicações básicas: – Pacientes que não tenham ovulação. – Pacientes que tenham ovulação mas comum uma qualidade hormonal baixa.- Pacientes com ovulação normal. Segundo alguns trabalhos científicos; a chance de gravidez em ciclos estimulados é estatisticamente maior que nos ciclos naturais.

Utilizamos para induzir ou melhorar a ovulação, medicamentos que atuarão estimulando o organismo a produzir hormônios, ou fornecendo diretamente os hormônios que irão atuar no ovário.Todo estímulo de ovulação deve ser monitorado para termos certeza da resposta, e para sabermos se a dose da medicação utilizada é adequada.

Este controle pode ser feito em estimulações mais simples, apenas pela ultra-sonografia seriada.Outros de maior complexidade, exigem além da ultra-som, a avaliação da produção hormonal do ovário. Dependendo de cada caso, faremos um protocolo específico, atendendo a cada perfil hormonal, um tipo de estímulo.

A pergunta mais comum diz respeito ao uso de “hormônios”. Habitualmente os hormônios que atuam diretamente no ovário, são derivados humanos, isto é , retirados de mulheres na menopausa ou de mulheres grávidas, que possuem estes hormônios em quantidade excessiva.

Os que agem estimulando o organismo a produzir hormônios, estes são sintéticos, mas a atuação deles se faz à distância. Outra dúvida comum é: eles engordam? O estímulo da ovulação produz uma quantidade maior de hormônio ovariano, o que faz com que a paciente apresente uma certa “inchação”, que habitualmente desaparece com a parada do medicamento.

Não culpem somente o medicamento. Lembre-se que um estado tencional pode fazer com que haja um aumento da “fome”.

Os protocolos de estimulação da ovulação conseguem aproximadamente 80% de resultados no que se refere a ovulação. Os 20% restantes são de má resposta à indução ou retenção folicular ocasionada por flutuações inadequadas dos hormônios.

Papel do homem

Como dissemos, o esperma é formado pelo líquido seminal e pelos espermatozóides. Na inseminação, o importante é a quantidade dos espermatozóides, sendo o líquido seminal dispensável. Como colocamos os espermatozóides acima do colo do útero, e sabemos que este tem uma ação o de transporte e nutrição só até a vagina, na inseminação ele é substituído por um meio de cultura adequado.

Para isto realizamos uma espécie de lavagem do esperma. A

inseminacao-artificial-ao-alcance-de-todos-52-34pós a ejaculação o esperma é misturado a um meio de cultura, e sofre uma separação por centrifugação, o que faz a parte sólida (espermatozóides e células) se separarem do meio líquido. Em seguida colocamos esta parte sólida com uma certa quantidade de meio de cultura, em repouso na estufa.

Os espermatozóides, pela sua mobilidade, irão nadar para o meio de cultura. Coletaremos então só o meio de cultura, que deverá conter apenas os espermatozóides mais móveis, e será esta amostra que inseminaremos. Além desta técnica, dispomos de outras técnicas de “lavagem”, que utilizaremos de acordo com a qualidade espermática.Todas têm a mesma finalidade, conseguir o maior número de espermatozóides, com a melhor mobilidade, e a melhor morfologia.

Tipos de Inseminação:

Sabemos hoje que uma ejaculação normal, depositaria na vagina no momento da relação sexual, aproximadamente 80 a 100 milhões de espermatozóides (esperma total).

Sabemos também que é necessário em torno de 100 mil espermatozóides em contato direto com o óvulo, para que uma fecundação ocorra in vitro. Se seguirmos este raciocínio, vemos que do total ejaculado, apenas 1% dos espermatozóides chegarão efetivamente ao objetivo final.

Isto deve-se a vários fatores, quais sejam: Eliminação de aproximadamente metade do ejaculado entre a perda natural pelo refluxo que ocorre pela vagina ao término do coito, e pela destruição natural do contato com a secreção vaginal.Como a ejaculação não se dá ao mesmo tempo que a ovulação, os espermatozóides vão se deteriorando neste período de tempo.

Muitos deles tomam o caminho da trompa errada, outros passam do local da fertilização e caem no abdômen.

Enfim, estes e outros fatores levam ao fato de que o homem necessite um número tão grande de espermatozóides, para que apenas um seja o escolhido para fecundar o óvulo.

Na inseminação o que fazemos é colocar os espermatozóides o mais próximo do óvulo, no momento mais adequado, e com isto suplantar ou o obstáculo feminino, ou a alteração masculina.

Hoje em dia, a técnica que apresenta os melhores resultados, é a inseminação intrauterina. A sua realização é simples e indolor.

Em posição ginecológica, temos acesso ao colo do útero, com abertura da vagina por um especulo, que é o aparelho utilizado para exames ginecológicos corriqueiros.

Após a desinfecção do orifício do colo, introduzimos um cateter até o interior do útero, ficando a aproximadamente 1 centímetro do seu fundo, na zona mais próxima das trompas. Injetamos o concentrado de espermatozóides que está diluído em 0,2 ml de meio de cultura.O cateter é retirado, não havendo refluxo da amostra, a paciente pode se levantar e retomar a sua atividade normal. Não é necessário repouso ou modificação na vida pessoal.

Habitualmente realizamos duas inseminações a cada ciclo, sempre em torno do momento ovulatório, com intervalo de 24 horas. Existem outras técnicas de inseminação que podem ser utilizadas, mas que até o momento não se mostraram ser superiores, em termos de resultado, ao método utilizado por nós.

RESULTADOS:

Sabemos hoje que a chance natural de um casal que não apresente dificuldades, se situa em torno de 25% a cada ciclo, de engravidar e levar a sua gestação até o término.

Na inseminação apesar de controlar a ovulação realizar a inseminação no melhor momento com um esperma de boa qualidade ou melhorado ao máximo, a nossa chance real deverá se situar no máximo em torno deste número. Os nossos últimos resultados, que incluíam todas as indicações, foram de 33% por ciclo tentado.Os extremos desta análise estatística, foram de 6 a 8% para as alterações espermáticas severas, e de 55% para a inseminação com esperma de doador, em que o lado feminino era normal e o esperma reconhecidamente normal.

Quantas vezes tentar?

O número dependerá de cada caso e vários fatores devem ser levados em consideração. O que fazemos habitualmente é tentar 6 ciclos, e ao final se não obtivermos resultados, reavaliamos o caso, para planejar uma outra estratégia de fertilização assistida ou persistimos no tratamento, pois é muito importante ter em mente que os resultados apresentados acima não são cumulativos, isto é, as chances não são somadas a cada ciclo tentado, e sim a cada ciclo vocês terão sempre a mesma chance.