17.12.10 / Amor de mãe e pai, Emoções na gravidez, Gravidez, Parto, Só para o Papai / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: barriga, bebês, carinho, mulheres, nove meses, pai, papai, ternura

Pensa que só as mulheres têm variação de hormônios durante (e após) a gravidez? Pois um estudo da Universidade Bar-Ilan, de Israel, mostra que alterações hormonais também acontecem com os homens assim que eles se tornam pais, tornando-os mais carinhosos. De acordo com os pesquisadores, os responsáveis seriam os hormônios ocitocina e prolactina (liberados pela hipófise, no cérebro) – os mesmos que, na mulher, induzem o trabalho de parto e estimulam a produção de leite, respectivamente.
Você deve estar pensando: e as mudanças corporais que esses hormônios provocam? Mesmo com a prolactina, o homem não produz leite como a mulher por que, como explica Rogério Tuma, neurologista do Hospital Sírio-Libanês, o sistema nervoso controla os níveis do hormônio. “Tanto os homens quanto as mulheres que não amamentam têm prolactina. A diferença está no estímulo feito pela hipófise e também na sucção do bebê, que também estimula liberação de leite”, diz Tuma. Já a ocitocina, que ajuda a mulher no momento do parto, também é responsável por aumentar o nível de estresse. Assim, no homem, esse hormônio acaba se traduzindo em um sentimento de proteção da família.
Hoje em dia, com os pais cada vez mais participativos, pode ser difícil entender o papel da natureza nessa “transformação” de homem em pai. Mas ao pensar em uma época em que eles não eram tão próximos dos filhos, essas mudanças fisiológicas fazem sentido. “ Atualmente, essa descoberta pode ajudar o homem a entender melhor suas emoções. Ao saber que o processo é também biológico, ele vai perceber que é ‘normal’ se sentir de determinada maneira. Muitos, durante os nove meses, chegam a ter alterações de apetite, por exemplo, o que chamamos de ‘gravidez psicológica’”, explica o neurologista.
Fonte: Revista Crescer (http://revistacrescer.globo.com)
09.04.10 / Exercícios, Gravidez, Gravidez saudável / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: bebê, exercicio, gestante, obesidade, ternura
Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo um estudo realizado conjuntamente por médicos
americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.
Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.
Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.
Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do que as de mães que não se exercitaram.
Chances maiores
Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.
A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.
“Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança”, disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.
O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criança no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.
Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/bbc/2010/04/05/exercicios-na-gravidez-geram-bebes-mais-magros-diz-estudo.jhtm
24.03.10 / Emoções na gravidez, Filhos, Gravidez, Gravidez Programada / Autor: Bebê Ternura / Comentários: (0)
Tags: bebê, blog, Enxoval, gemeos, Gravidez, mamãe, ternura

Preocupação e felicidade são dois sentimentos que se misturam na gestação quando fazemos o ultra-som e o médico nos dá a notícia de que estamos esperando gêmeos. Serão dois sorrisos, dois choros simultâneos, fraldas em dobro…
Se um bebê já requer atenção, dois merecem um pouco mais. A gravidez de gêmeos é considerada de risco, pois, em sua maioria, os bebês nascem prematuros. O pré-natal tem que ser realizado rigorosamente.
A amamentação é outro fator importante. O leite materno é o ideal exclusivamente até o sexto mês de vida dos bebês e toda mamãe produz leite suficiente para alimentar quantos bebês ela tiver. A sucção dos pequenos aumenta a produção do leite. Quanto mais os bebês sugarem o peito, mais o organismo da mamãe produzirá leite.
Cada mamãe irá encontrar uma forma de amamentar. Pode-se oferecer o peito aos dois bebês juntos e a mamãe ganhar tempo com isso. Mas se preferir, pode amamentar um de cada vez, normalmente quem acordar primeiro. Se os bebês precisarem de complemento, o pediatra orientará os pais qual alimento oferecer e também como oferecer.
Nessa hora, o papai tem seu papel importante na ajuda da mamãe e dos bebês, seja trocando as fraldas dos nenezinhos, seja dando colo para o que acordou enquanto a mamãe amamenta o outro, ou mesmo no serviço de limpeza da casa. Homem moderno é isso. Não se sinta envergonhada de pedir favores para amigos e familiares, como fazer suas compras. Toda ajuda é muita preciosa, nem que seja para você descansar.
Mesmo rosto, outro coração – Mesmo sendo gêmeos, idênticos ou não, nascendo da barriga juntos, não quer dizer que as crianças são iguais. Podem ser iguais fisicamente, mas cada um tem a sua personalidade. Às vezes, ainda dentro do útero algumas mães já diferenciam os bebês como aquele que chuta mais ou é mais agitado do que o outro.
Após o nascimento, as diferenças continuam e os pais têm que conhecer a personalidade de cada um, assim como a mamãe de uma criança faz. Os bebês podem ter choros diferentes, maneiras diferentes de falarem ou fazerem algo e são essas diferenças que desenvolvem a personalidade de cada um.
Cuidado apenas para que as diferenças das crianças na família não se torne comparações como do tipo: “Ele é mais inteligente do que você” ou “Ele faz isso melhor do que você”. Essas comparações são negativas para as crianças. Risque essas comparações do seu dicionário. O irmão desprestigiado não ganhará nada com essa bronca, ao contrário. Os gêmeos são diferentes, mas nenhum é melhor do que o outro. Cada um tem um tempo e um desenvolvimento.
A diferenciação pode começar nas roupas que as mamães gostam de colocar iguais. O vestuário é uma das primeiras escolhas pessoais da criança e pode ser por ele que as pessoas diferenciam quem é quem e as crianças criem independência do relacionamento com o outro.
Na escola, não há recomendação de ficarem em classes diferentes. Não é necessária separação física dos gêmeos para haver independência. Essa questão deve ser conversada entre escola e pais e, no momento em que puderem decidir, os gêmeos devem ser consultados também. Deixe rolar naturalmente.
Os irmãos gêmeos não são uma única pessoa. Evite encarar as crianças dessa forma. Olhem como se fossem seres individuais, cada um com seus limites, qualidades e necessidades.
Dicas
0 a 3 anos – Organize a casa para receber duas crianças. Monte espaços para as brincadeiras sem que exista algo que possa machucá-las e deixar mamãe menos preocupada.
3 a 6 anos – Dê um brinquedo para cada um e, de preferência nessa fase, o mesmo. Assim os pais evitarão brigas e frustrações por a criança achar que o brinquedo do outro é melhor.
6 a 9 anos – Cada um tem um gosto e uma necessidade. Deixem que escolham se querem ou não ficar na mesma classe e se usarão ou não a mesma roupa. São nessas escolhas que conseguirão se desenvolver como uma pessoa única.
Bruno Rodrigues
Fonte:http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/gemeos_e_agora.htm